domingo, 10 de julho de 2011

O Negócio da Casa da Árvore.

Um costume não muito popular no Brasil, casas em árvores deixa de ser um sonho infantil passando a ser objeto de desejo de muitos adultos. O modelo de sociedade atual onde a vida cotidiana corrida faz com que as pessoas procurem formas alternativas de se refugiarem vem despertando a curiosidade em relação as essas casas tão fascinantes que rodam os sonhos de crianças do mundo todo.

No entanto, existe um mercado em expansão, graças a novos materiais e tecnicas que cada vez mais aproxima os sonhos dos seus sonhadores tornando-os possíveis e palpáves. No interior de São Paulo, casa será evolução da técnica e terá energia elétrica.

A empresa alemã Baum Raum é especializada em construir casas na árvore. No Brasil, ainda não ví enteresse por nem um empresário em investir nesse ramo.

Confira algumas imagens de projetos da Baum Raum.












domingo, 3 de julho de 2011

A Casa barco

O estúdio de design Confused Direction’s criou essa casa barco, famosas em lugares como Amsterdam.









Publicidade é isso!

Campanha mais que criativa, criada pela agência Euro RSCG, Bangkok.


Por que investir em Design?

 

Eis aqui um artigo escrito por  Luisa Moratori, demostrando situações onde clientes não conseguem perceber o verdadeiro valor do design. Precisamos mostrar que design não é só um "rostinho bonito" na mídia.


 

Para o cliente relutante em investir em design

 

Dois ou três argumentos para ajudar a convencer um cliente com, digamos, pouca cultura em artes gráficas e mostrar que design é algo mais amplo do que uma aparência bonitinha. 

Você tem um cliente  ou um amigo que está querendo contratar o serviço de um escritório de design para criar a identidade visual da sua empresa. Ao discutir o assunto com a diretoria, alguém questiona: “para quê?”. Outro finaliza: “vou falar com o meu cunhado, ele trabalha com informática e faz um logotipo para nós”. Situação lamentável, ainda que muito comum. 

Muitas pessoas não sabem o que um bom design pode fazer. Vamos imaginar ainda que a empresa em questão tenha produtos com preço e qualidade equivalentes aos dos concorrentes. Como se destacar e conseqüentemente vender mais? 

Design é investimento e não despesa, mas é a primeira coisa a ser cortada do planejamento da empresa nos períodos de crise – quando justamente estas ocasiões são propícias para se investir em diferenciação. 

Repare que muitos negócios se destacaram e cresceram em momentos difíceis. Foi o caso de uma pequena empresa que fabricava relógios… ao perceber que a matéria–prima para a fabricação (ferro e aço) estava muito cara e não conseguiria competir com os produtos asiáticos, resolveu fabricar relógios de plástico com as mesmas funções. Assim a Swatch cresceu e se tornou um exemplo clássico de diferenciação pelo design. 

Outro exemplo forte é o da Apple. Seus computadores são tão bons (ou melhores) quanto os computadores dos concorrentes, possuem sistema operacional mais estável, hardware mais avançado etc. A empresa precisava dizer isso para uma faixa mais ampla de consumidores. Escolheu fazer o redesign de suas máquinas e daí nasceu o iMac, que virou referência na categoria e o computador de uma única marca mais vendido do mundo. O investimento em design foi tão bom que inovaram o novo de novo, com o iMac II (veja ao lado).



Para ajudar um cliente relutante, peça que ele se imagine nas seguintes situações:
  • Situação 1.
Você está viajando e procura um hotel no meio da noite debaixo de chuva. Logo à frente vê uma placa iluminada onde está escrito Hotel Boa Viagem. Ao parar na porta, vê um ambiente iluminado, confortável e acolhedor, antes mesmo de entrar. Lá dentro encontra a recepção localizada bem em frente à porta e com uma pessoa vestida de uniforme com as mesmas cores do logo do hotel que reparou da placa lá fora.
O atendente já se adianta: “Boa noite senhor, em que posso ajudar?”. Você pede um quarto e pergunta o preço. Com um folder do hotel, o atendente apresenta os tipos de quarto e os valores. Você escolhe um e ele pega as chaves em um tabuleiro numerado e organizado conforme os andares e entrega as chaves com um “Boa estadia, senhor “
Saindo da recepção o hóspede encontra placas sinalizando os andares e o percurso ao quarto (apartamentos do 41 ao 75 à esquerda), sem que seja preciso perguntar a um funcionário. Chegando ao quarto, vê um papel em cima da cama descrevendo os serviços, os horários das refeições e o funcionamento do sistema de consumo do hóspede e lembrando que qualquer dúvida é só pegar o telefone e discar.

  • Situação 2.
Você chega de viagem e procura um hotel no meio da noite debaixo de chuva. Logo à frente vê com dificuldade uma placa pouco iluminada onde está escrito Hotel do Marinheiro. Ao parar na porta, vê o ambiente apagado com uma luz fraca na recepção. Com um pouco de receio, entra e se dirige à pequena luz e logo vê uma pessoa cochilando atrás do balcão.
Para não incomodar muito, você chama baixinho… “Ei… senhor… psiu..” Quando a pessoa percebe sua presença, leva um susto, pula na sua frente e diz “ Opa… o que o senhor deseja?”
Você pede por um quarto, o atendente pergunta: “Qual?” (você nunca lá esteve e o atendente pergunta se nem mesmo ter apresentado as opções). Você devolve: “O que você tem?” Ele aponta para um papel manuscrito colado com durex na parede. Você cansado, no meio da noite, molhado, tem que ler, com pouca luz. Você escolhe um e ele dá a chave e diz “Boa noite, senhor”. E você fica com a chave na mão sem rumo nenhum. Pergunta onde é o quarto, ele explica gesticulando: “Vai reto aqui, vira à esquerda na quinta porta e segue, é na segunda porta à direita”
Você pede para que ele acenda as luzes e segue. No meio do caminho se perde, depois encontra seu apartamento. Encontra também poeira, mofo, chuveiro que não esquenta e mal acha o telefone da recepção. Como está muito cansado, prefere esquecer e dormir.


Pode ter certeza que na manhã do dia seguinte o hóspede do “Hotel do Marinheiro” não voltará e nunca indicará o hotel para outras pessoas. Não se deve desperdiçar uma chance. O Hotel Boa Viagem fez por onde. Pense nisso.

sábado, 2 de julho de 2011

O Casulo: Uma casa dentro de uma caixa

Uma casa em uma caixa??? Como???   o Casulo

Isso mesmo. Uma caixa onde você encontra desmontado: um armário, uma escrivaninha, um banco ajustável, uma estante de seis prateleiras e uma cama com colchão, além de mais dois bancos... Parece impossível, mas os designers Marcel Krings & Sebastian Mühlhäuser conseguiram! E isso tudo cabe numa caixa de apenas 80 cm x 120 cm. Além disso, duas pessoas levam apenas 10 minutes para montar tudo sem uma única ferramenta. Todas as partes da caixa são aproveitadas na montagem, dispensando o uso de embalagem... Muito inteligente!





Casa a bordo: Aventuras com conforto e estilo

Para aqueles que gostam de aventura, que gostam de acampar, viajar com seu carro mas ainda assim, gosta de conforto, tem que conhecer o SwissRoomBox.

Um kit completo para viagens de carro, com direito a ducha quente, mesa, cadeira, cama, fogão e tudo isso acoplado ao seu carro.














Há mais de 100 anos foi inventado o Canivete suiço que transformou uma faca em uma ferramenta multi-funcional... que hoje já até possui reinterpretações... Pois é, mas a criatividade suiça não parou por ai :-) o "swissRoomBox" foi criado por lá e pretende ser outro projeto "vermelho" e multifuncional que tem como objetivo transformar seu carro em uma casa!! Isso mesmo... dentro das propostas da moda de móveis modulares foi criado um engenhoso sistema modular que pode ser instalado no porta-malas do carro, onde você pode cozinhar, comer, tomar banho e dormir durante suas aventuras ao ar livre! Vamos admitir que a proposta parece bem mais tentadora do que uma barraca, não acham??
























sexta-feira, 1 de julho de 2011

Cozinha conceitual

Essa é uma cozinha conceito que está exposta no stand da Brastemp, na CASACOR 2011.

Sem puxadores, com portas sensíveis ao toque, sensores de movimento para acender as luzes, pia e fogão de altura customizável essa cozinha pode ser montada em modulos, do jeito que a pessoa desejar.

Com design inclusivo e universal, é ideal para quem mora com um deficiente, por exemplo. Assista ao vídeo e veja o designer Helder Filipov, explicando o conceito. Ele é designer da área de projetos conceituais da Whirlpool(multinacional dona das marcas Consul e Brastemp no Brasil).